Terça-feira, 5 de Junho de 2007

A OBRA DE VERGÍLIO FERREIRA

AO ADOLFO PINTO CONTREIRAS E AO ARNALDO SILVA
COMENTÁRIO DO ADOLFO
Chegado à pouco de Lisboa, dei aqui com o teu desafio para dizer algo sobre Vergílio Ferreira. Apenas li, e há muitos anos o "Conta Corrente I" embora tenha também na estante "Alegria Breve" e Cântico Final". Lembro-me que gostei, na altura de ler O Conta Corrente I, por ser uma espécie de diário, não no sentido de anotar os assuntos do dia mas de os comemtar com refxeção aprofundada, tratando-os à maneira de pequenos ensaios. Fui à estante buscar o livro e verifico que tenho assinalada a pág.380,referente a 27 de Novembro de 1976, na qual tenho alguns sublinhados, e acabei de ler o livro em Queluz a 06.10.83. Sem estar apto a pronunciar-me sobre Vergílio Ferreira, falei de generalidades a propósito de comentar, e o que digo, digo-o sinceramente. Um abraço do Adolfo
 
Comentário:AVLIS

 
Olá! Não pretendo menopolizar este teu espaço. Muito menos pretendo convencer-te de que devas deixar de apreciar as obras de VF. Também não vou pelo caminho de tentar denegrir ou menosprezar o indiscutível mérito do escritor ou de pretender diminuir o seu peso no panorama literário português contemporaneo . Apenas e tão só, como leitor, não aprecio a sua forma de escrever, a sua maneira de expressar as suas ideias, se se quizer, a forma como coloca as palavras nas suas frases.
 
Insisto, VF não é um escritor de leitura fácil e, até mesmo as ideias que publica não são de fácil assimilação. Muitas delas, como as da maioria dos existencialistas, consideravelmente discutíveis. E não vou muito longe na procura de exemplos para alicerçar a minha opinião. Pego já e de imediato nas frases que transcreves. " Os grandes actos da vida... nunca devem ter púiblico" Como assim?! Provavelmente estava a referir-se ao acto da procriação...
 
 Sim! Porque todos os actos grandes do ser humano, para que sejam grandes, têm necessáriamente que ter publico! Ou então não serão grandes... Serão assim como que atitudes condenáveis que só muito subrepticiamente se podem levar a cabo! "Então quem existe é o mundo e nós, para o mundo existir". Não posso estar de acordo! O mundo existe para além do Homem.
 
 Independentemente da sua vontade e da sua existência. O mundo está aí, onde o Homem foi colocado, para nele existir. Só um exagerado conceito da prevalência do ser pode defender que o mundo sem o ser humano não existe! Que o Homem influencia, algumas vezes de forma determinante, a inércia da existência do mundo, deacordo. Que este não exista sem aquele, insisto, não colhe. "
 
O Homem tem sempre em si outro de si e..." Mero jogo de palavras! Bonito de se ler. Musicalidade como tu dizes. Mas... Espreme a frase. Não tem sumo aproveitável. O complexo humano é só um. Só a diversidade dos angulos das suas reacções pode ilusoriamente levar â conclusão da existência de vários em um. São as características do estímulo que condicionam a reacção.
 
 Esta não difere porque exista um eu que hoje reage duma maneira e um outro eu que no dia seguinte se comporte de maneira diferente. Vou ficar por aqui. Quero e desejo que VF continue a ser grande. Que viva Vergílio Ferreira! arnaldo silva felizmente reformado
 
 
O MEU COMENTÁRIO.
 
 
Em primeiro lugar, referir a honradez das palavras dos meus amigos a quem pedi uma opinião sobre Vergílio Ferreira, nomeadamente o Adolfo de
http://apcgorjeios.blogspot.com
 
e ao velho camarada, colega de curso e brilhante aluno que foi o Arnaldo Silva.
 
Diz o Adolfo que não está apto a pronunciar-se sobre V.F, palavras tão válidas como se dissesse que estava. E o Silva diz “não pretender denegrir ou menosprezar o indiscutível mérito do escritor ou de pretender diminuir o seu peso no panorama literário português contemporâneo. Apenas e tão só, como leitor, não aprecio a sua forma de escrever, a sua maneira de expressar as suas ideias, se se quiser, a forma como coloca as palavras nas suas frases. Insisto, VF não é um escritor de leitura fácil ...”
 
Ora, pegando nestas últimas palavras de A. Silva, direi que estou de acordo com elas, pois até o próprio V.F.. reconhece isso, quando diz em Conta- Corrente II, página 301,
 
“E por que raio me massacram com a «dificuldade» dos meus livros e ninguém diz que são difíceis os versos ilegíveis que hoje se publicam? .Mas todos se calam. Para o raio que os parta a todos.”....
 
e continua na mesma página,
 
De que me serve o que aprendi e me ajudou a ser quem sou, se isso já é moeda sem circulação?. Serei eu um exemplar de uma espécie julgada extinta? Ou um fóssil dela, a instalar numa peanha de um museu zoológico?
 
Das leituras que fiz de V.F. concluí que ele próprio duvidava daquilo que escrevia e tinha receio daquilo que os destinatários da sua escrita poderiam pensar. Diz o escritor que “ o escrever foi sempre para mim uma necessidade. Não bem por ter coisas para dizer mas para dar vazão ao impulso que me vinha de dentro e precisava de chegar ao terminal, que era o acto da escrita.” Diz na página 155.
 
           A Brígida colega dos tempos do Liceu de Faro, sobre o “EM NOME DA TERRA”, terá dito que gostou de ler o livro mas que este contem um certo gosto amargo. Escreva agora um livro alegre, pediu-lhe a colega. Mas esse livro é alegre, disse eu (V.F.) porque o resultado final deve ser um maior amor `a vida. (155)...
 
            A alegria no escritor não é compatível com o significado de alegria nos outros Ha no seu conceito de razão de viver uma abissal diferença com o comum dos mortais, pois penso que V.F. não gostou da vida e isso reflectiu-se na sua obra, tornando-a difícil de entender para que os que o lêem também não gostem da. Vida....  
 
          ... depois foram-se embora. Dei-lhes o “EM NOME DA TERRA” e que o iam ler e depois diriam coisas quando o lessem. Estou, aliás, bem precisado que me digam. Tudo calado. Mas também não quero perguntar (154)”
 
Nota-se aqui perfeitamente que V.F. ele próprio está inseguro quanto à sua produção literária.
 
V.F. foi um homem de pouca saúde, que gostava de fumar o seu cigarro e tomar o seu tinto à refeição. Mas o organismo não ajudava. Diz ele (119) .. “E não bebo eu vinho desde há dias porque me transtorna a vigília e o sono com as drogas com que tento ser um homem calmo Mas o tabaco é um estupor e é também colaboracionista.. Mas sem um copo e um cigarro vale a pena fazer de vivo?”
 
   
Diz: “Com o meu Pais nunca existi em conveniência e o insulto foi a moeda de troca mas viável para as nossas relações. Entretanto escrevo, continuo a escrever. A vã glória de se perdurar é hoje mais vã do que nunca (231)”.
 
 Mais uma vez o escritor duvida...
 
“Não é saudade, chiça, já disse. De que é que hei-de ter saudades se a minha vida foi sempre um estupor ?..Saudade de sacanices do corpo, de apertos de economia, de humilhações e de outras armas de arremesso? (299).”
 
A escrita de V.F. terá de ser, face a estes condicionalismos, muito insegura...e de difícil assimilação. 
 
João Brito Sousa.
publicado por SOUSINHA às 12:53
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10 comentários:
De A SILVA a 5 de Junho de 2007 às 17:24
Meu bom e velho amigo,

Hay que darte las gracias por el post que hoy aqui has traído.

Desculpa o castellano, mas é apenas com o propósito de colocar toda a enfase possível neste agradecimento.
Na verdade, começava já a sentir-me um tanto incomodado pela insistência com que vinha manifestando a minha opinião sobre a dificuldade da leitura de VF bem como da reiterada contestação, que vinha publicando, relativamente às suas ideias e conceitos .
Tanto mais que a ideia que tenho formada e que me foi ditando o que sempre tenho mantido sobre o que senti ao ler VF foi absorvida apenas pela leitura de Manhã Submersa e de Aparição. Leitura essa feita em tempos mui recuados da minha vida, nos anos verdes do pré-amadurecimento do homem e que, ao provocar os sentimentos já expressos, não conferiu às suas obras uma terceira oportunidade.
Temia, portanto, laborar num erro tremendo, cometer a maior das injustiças e cair mesmo no ridículo de, qual Quixote, estar a investir contra moinhos de vento.

Não tinha, pois, conhecimento das opiniões do próprio e que hoje trazes a público.
Tal como devemos dar a mão à palmatória, para punição do erro cometido, também temos o direito de nos sentir satisfeitos quando é reconhecido o fundamento e a veracidade das opiniões que perfilhamos.
E, mais do que sentir-me satisfeito por não caminhar sózinho por veredas menos calcorreadas, sinto-me aliviado. Alívio por não ter manifestado opiniões descabidas. Alívio ao saber que o próprio se sentia inseguro quanto ao valor da sua produção literária. Alívio por não querer, desnecesariamente, tirar nenhum dos méritos que são atribuídos ao escritor. Alívio porque, perdoa-me que me repita, quero e desejo que VF continue grande.
Por ele.Pela grandeza da Literatura de Portugal.

arnaldo silva
felizmente reformado

De SOUSINHA a 5 de Junho de 2007 às 17:50
Ola.

Muy bien por tu escrita e por todo que lo dices
Te recuerdo mucho.
Hasta la vista te aguardo por acá, siempre.
JBS
De Anónimo a 6 de Junho de 2007 às 00:24
João,
Dizer que não estou apto para comentar Vergílio Ferreira é isso mesmo e não o contrário. E não estou apto porque não estudei a obra de VF para fazer um juizo literário ou filosófico com o mínimo de justeza crítica.E mais, mesmo que tivesse-o feito dificilmente estaria convicto da validade duma análise minha perante um pensador como VF. Na 1ª parte do meu comentário, que não referiste, disse e afirmo que "..é uma bravata inconsequente querer criticar um autor de grande bagagem cultural, que domina os mais elevados pensadores antigos e actuais, com o pensamento do senso comum". Também na 1ª parte do meu comentário explicava que um autor filosófico desenvolve os seus próprios conceitos e só dentro desses conceitos as suas proposições ou aforismos fazem sentido. Por exemplo, Heraclito, pré-socrático, quando disse que ninguem se banhava duas vezes nas águas do mesmo rio, era porque já tinha desenvolvido a sua teoria filosófida de que tudo fuia, tudo estava em permanente mudança. Hoje é fácil de perceber, mas na altura(há 2500 anos) era de tal maneira incompreensível que o alcunharam de "O Obscuro".
Um abraço do Adolfo.
De SOUSINHA a 6 de Junho de 2007 às 12:17
Caro ADOLFO,

Viva.Tenho enorme consideração pela tua forma de comunicar. Quanto à tua "bravata inconsequente", não me revejo aí, porque não tenho a mania de que sou bom, não me sirvo de fanfarronices quando pretendo exprimir-me sobre aquilo que entendo fazer, nem pretendo com os meus comentários ofender ninguém.
Inconsequente?... penso que nada é inconsequente.
Criticar o pensador que foi V.F não é crime é dizer o que eu disse nos meus comentários, que tu não referiste nada. Esta lá tudo e mantenho. E acrescento: V.F. é uma pessoa triste, ou melancólica, como ele prefere, (320 das c/c dois)tem medo de se assumir (313) e gosta que falem bem dos seus livros (332) e desconfiava que era tido pelos companheiros de letras como um reaccionário.

Os autores são o que são e criticar não confere o direito a expressão "BRAVATA INCONSEQUNTE"....

Como podes ver nos meus comentário, o próprio V.F. se acha incompreeendido e se tivermos que esperar 100 anos para o eleger como grande escritor, a gente espera.

Não concordo com essa da bravata...mas gosto de te ver por aqui, sempre igual a ti próprio.

Aceita uma braço

João Brito Sousa.
De Anónimo a 8 de Junho de 2007 às 02:39
João,
Usei a palavra "bravata" no sentido de ousadia. Neste caso uma ousadia inconsequente porque sem qualquer consequência para a apreciação crítico-literária ou filosófica fundamentada da obra de VF. Poucos ainda se abalançaram a uma crítica da obra e vida de VF, talvez pela dificuldade de interpretação do seu pensamento. E não é escolher umas frases soltas e interpretá-las fora do contexto do pensamento filosófico geral do autor que se podem retirar conclusões de natureza moral,estética, psicológica, trágica ou comportamental da pessoa e muito menos dum romance que é sobretudo ficção.Numa situação dessas, a leitura dum único parágrafo pode dar-te,à priori, uma impressão boa ou má que registas imediatamente e fica engatilhada como preconceito que te vai guiar em toda a leitura restante do autor.
E repara, a tua ousadia comentarista é tão ambiciosa que te leva a querer diáriamente filosofar com diferentes pensadores reconhecidamente maiores, quando um crítico académico encartado se especializa em dois ou três autores durante a vida inteira. Eu vejo que dizes o que sentes e és sincero e sinto que até te divertes ao propores e comentares aforismos complexos de autores célebres. E crê tenho uma enorme simpatia pela alegria que pões nisso e que eu, confesso, não sou capaz.
Um abraço do Adolfo.
De SOUSINHA a 8 de Junho de 2007 às 17:06
,
CARO ADOLFO,

VIVA,

NÃO SE TRATA AQUI DE LER UMA FRASE. EU ESTOU A ESTUDAR A OBRA DE VERGÍLIO FERREIRA E ACABEI DE LER AGORA AS CONTA/CORRENTES DOIS DE 400 PÁGINAS, LI HÁ UM MÊS "EM NOME DA TERRA, de 300", LI "A APARIÇÃO" HÁ VINTE ANOS ATRÁS E ESTOU A LER "PARA SEMPRE" que vou na página 47.

Além do mais sou apenas uma pessoa que gosta de literatura, não sou expert nem pretendo ser, mas
eu baseei-me em obras lidas para comentar e não em frases. O comentário que proferi pode estar errado mas é o meu.

E aqui é que está o grave da questão. É que havendo comentários para criticar, tu não pegaste neles e ignoraste-os. Aí é que te devias ter metido.

Claro que o Vergílio não vai vender menos só porque eu o critiquei; eu não conto para nada, apenas para mim, daí a inconsequência dos meus comentários...

Todavia, podes ter a certeza que, se houvesse debate público ia lá com esses argumentos.

A minha ousadia comentarista não é nenhuma, é apenas gostar disto e poder esgrimir algumas ideias com pessoas com bagagem cultural como tu. É só.

A minha qualidade de "crítico literário ou filosófico" produz o mesmo efeito analisando um autor ou mil.
Mas a tua crítica é pertinente e eu encaixo-a. A minha mulher diz-me isso. João estuda um de cada vez... mas eu não, quero lá saber... gosto mais assim.

TU TAMBÉM DIZES NÃO SER CAPAZ DE FALAR DE UMA COISA, FALAR POR FALAR. SÃO ESTILOS... NÃO HÁ PROBLEMA.


APARECE POR AQUI SEMPRE QUE QUEIRAS E ACEITA UM ABRAÇO DO

JOÃO.


De Anónimo a 6 de Junho de 2007 às 00:27
João,
Dizer que não estou apto para comentar Vergílio Ferreira é isso mesmo e não o contrário. E não estou apto porque não estudei a obra de VF para fazer um juizo literário ou filosófico com o mínimo de justeza crítica.E mais, mesmo que tivesse-o feito dificilmente estaria convicto da validade duma análise minha perante um pensador como VF. Na 1ª parte do meu comentário, que não referiste, disse e afirmo que "..é uma bravata inconsequente querer criticar um autor de grande bagagem cultural, que domina os mais elevados pensadores antigos e actuais, com o pensamento do senso comum". Também na 1ª parte do meu comentário explicava que um autor filosófico desenvolve os seus próprios conceitos e só dentro desses conceitos as suas proposições ou aforismos fazem sentido. Por exemplo, Heraclito, pré-socrático, quando disse que ninguem se banhava duas vezes nas águas do mesmo rio, era porque já tinha desenvolvido a sua teoria filosófida de que tudo fluia, tudo estava em permanente mudança. Hoje é fácil de perceber, mas na altura(há 2500 anos) era de tal maneira incompreensível que o alcunharam de "O Obscuro".
Um abraço do Adolfo.
De SOUSINHA a 6 de Junho de 2007 às 12:22
VIVA.


Já respondi atrás.

JBS
De A SILVA a 7 de Junho de 2007 às 00:38
Bravata.
Não é termo muito corrente.
No universo do meu léxico encontrava um sinónimo para aquela palavra e esse era algo próximo de disparate ou algo parecido. Na dúvida fui até um dicionário por aqui disponível e encontrei "ameaça ridícula e vã", "fanfarronada" e "alarde arrogante".

Toda a figura pública é passível de crítica e a ela se expõe quando assim se assume. Pelos seus comportamentos e actos, pelas suas ideias, pelas suas análises e decisões.
E quando essa figura é um escritor que tenta transmitir as suas ideias a toda uma sociedade, por mais geniais que elas sejam, será sempre objecto de análise e estará sempre sujeito a crítica.

A crítica, tida como emissão de opinião, pode sempre advir de um génio que emparelha similitude de conhecimentos e capacidades ou de um qualquer dos comuns dos mortais que, tendo capacidade para pensar, a explicita na forma que a sente e a compreende.

Nenhum ser humano se deve arrogar o direito de exigir vassalagem dos seus semelhantes por mais génio que tenha tido a fortuna de assim haver nascido. É exactamente na ausência desse dever de vassalagem que baseio o direito a emitir opinião sobre qualquer obra de qualquer génio.

E não me considero fanfarrão nem tento alardear arrogâncias despropositadas e, muito menos, tento ameaçar ridiculamente o cariz extraordinário da obra do génio em causa.

No campo das ideias, todas as opiniões, por muito válidas que sejam, estarão sempre sujeitas a considerações discordantes.

arnaldo silva
felizmente reformado





De SOUSINHA a 7 de Junho de 2007 às 11:36
VIVA.

PARABÉNS PELO TEXTO. VAI SAIR EM POST JUNTAMENTE COM O MEU.
UM ABRAÇO DO
BS

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