Sábado, 9 de Junho de 2007

LITERATURA

Ao ADOLFO PINTO CONTREIRAS, dos Gorgões, que deveria ter sido contemporâneo da Lídia no Liceu de Faro.
 
GRANDES ESCRITORES DO ALGARVE
 
Lídia Jorge.
 
BIOGRAFIA
 
Lídia Guerreiro Jorge (n. Boliqueime - Loulé, 18 de Junho de 1946), escritora portuguesa.
Licenciou-se em Literaturas Românicas na Universidade de Lisboa. Viveu, de 1969 a 1970, em Angola, e de 1972 a 1974, em Moçambique.
O seu primeiro romance O Dia dos Prodígios, publicado em 1980, reúne um consenso bastante positivo. Seguiram-se O Cais das Merendas (1982) e Notícia da Cidade Silvestre (1984). Ambos foram distinguidos com o Prémio Literário do Município de Lisboa. Em 1988, surge com A Costa dos Murmúrios, e depois em 1992 com A Última Dona. Em 1992, lança-se também no conto com A Instrumentalina; voltaria ao conto em 1997 em Marido e outros contos. O romance O Jardim sem Limites de 1995 foi galardoado com o Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa. A Maçon foi a sua primeira incursão no teatro. O Vale da Paixão (1988) foi multiplamente galardoado, tendo recebido o Prémio Dom Dinis da Fundaçõ da Casa de Mateus, o Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa, o Prémio Máxima de Literatura, O Prémio de Ficção do P.E.N. Clube e o Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia. As mais recentes obras de Lídia Jorge são O Vento Assobiando nas Gruas (2002) e O Belo Adormecido (2004).
 
O MEU COMENTÁRIO.
 
Não conhecendo toda a obra, melhor, conhecendo, apenas “A COSTA DOS MURMÚRIOS” , gostaria, apesar disso, de deixar aqui algumas notas sobre a sua literatura, com a promessa de voltar ao assunto um dia destes..
 
Li algures que Lídia Jorge começou na Literatura com o “apoio” de Vergílio Ferreira, a quem teria sido entregue, através da esposa do escritor, um esboço de romance para análise do Mestre. Se digo isto é porque considero a escrita da Lídia consistente sim, mas de difícil entendimento, à semelhança de Vergílio Ferreira. .
 
De “A COSTA DOS MURMÚRIOS” retirei algumas frases, a saber:
 
... Evita não sabia que o cepticismo destruía o amor? É evidente que o amor não é compatível com o cepticismo; ou se ama ou não se ama. O livro, pareceu-me um livro de amor, que se desenrolou em ÁFRICA, ao tempo da guerra colonial.
 
“...não é possível discernir o momento em que o destino da pessoa escolhe   a estrada.” Achei piada a esta frase, porque encerra uma grande realidade. Havia um filme português, cujo título era igualmente sugestivo. “O DESTINNO MARCA A HORA”.
Estou inteiramente de acordo com o conteúdo da frase.
 
“E o que é a tragédia senão uma deslumbrante coincidência?...” Se for deslumbrante continuará a ser tragédia?...
 
 “Obviamente que por natureza a saudade anda perto do amor enquanto a vingança aloja-se inteira na casa do ódio.” Completamente de  acordo.
 
Foram pequenas notas.
 
João Brito Sousa
publicado por SOUSINHA às 07:57
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